Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer

Língua de Ferro, Um Sacana Qualquer, Auto-publicado, 2017

aqui, gratuitamente.

Sinopse:

Os deuses de Semboula eram uns filhos da mãe, todos o sabiam… mas quando um sacana qualquer resolveu matá-los, as coisas não ficaram mais famosas. Foi nesses dias negros que me tornei salteador, ladrão, mercenário, pirata do deserto. Mares tornaram-se desertos, rios tornaram-se vales, pragas de gafanhotos assolaram culturas agrícolas, a pecuária e a pastorícia definharam… e um contrabandista tornou-se Imperador. Salários começaram a ser pagos a água, oriunda dos Poços do Império, duas megalíticas construções que albergam toda a água que restou do mundo. Ninguém sabe ao certo quem matou os deuses, se foi homem ou diabo, mas esse traficante de escravos conhecido entre os cãezinhos do submundo como Landon X apoderou-se dos Poços e vozinhas repugnantes começaram a chamá-lo Imperador. Aposto o meu polegar da sorte em como um dia irão pagar-me pela sua cabeça. Fico louco de pensar na recompensa. Rezo ardentemente por esse dia. A que deus, não sei dizer.

Leidviges “Língua de Ferro” Valentina é um dos muitos salteadores do deserto rezoli, onde em tempos ficara o Mar de Rezos. Montado no seu diabo de estimação, tornou-se lendário nos trajetos entre cidades mercantes, assolando caravanas de camelos e comboios a vapor.
Contratado para assaltar a viúva de um sacerdote na cidade de Constania, não podia suspeitar que estava a ser alvo de uma armadilha que o iria conduzir à terrível Prisão, para onde o Imperador envia todos os que o tentam enfrentar. Seguindo uma teia de segredos e conspirações relacionados com o homem que dirige os destinos do mundo, ele encontrará a verdade no terror de um velho amigo e nas profecias de uma prostituta. Nada é o que parece neste fim-de-mundo, onde uma grande batalha pode estar prestes a ser travada.
Uma aventura de “Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer”.

Direitos:

Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer, está protegido por direitos de autor. Os direitos morais e patrimoniais deste livro regem-se pelos termos previstos na lei. Como tal, ressalvo os seguintes pontos:

  1. Todos os tipos de cópia e impressão estão sujeitos à aprovação do autor;
  2. Somente o autor do conteúdo tem direitos morais sobre ele;
  3. A obra é do foro público. A sua autenticidade e datas de publicação estão registadas, pelo que a tentativa aberta de plágio será denunciada e automaticamente desacreditada.

Nota:

Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer foi um livro que publiquei gratuitamente no Wattpad, acabando por o transcrever para a blogosfera posteriormente. Publiquei-o quinzenalmente, redigindo-o de improviso, sem uma estrutura delineada previamente nem qualquer esqueleto imaginado por mim, ao contrário do que me é habitual. As personagens ganharam vida e identidade e decidiram “quase” por moto próprio qual era o momento indicado para traírem, morrerem ou sobreviverem.

Quando comecei a escrever esta história, tinha uma ideia superficial do que iria desenvolver, pouco mais do que um mundo desértico ao género Príncipe da Pérsia ou Princesa de Marte, com um anti-herói estilo Conan metido numa intriga de traição e embuste a fazer lembrar os melhores romances de John le Carré. Era essa a minha ambição e, tenha ou não chegado perto, gostei dos volte-faces e caminhos que trilhei. Indo buscar inspiração a clássicos de espada e feitiçaria, aos novos autores de Fantasia como Brandon Sanderson ou Scott Lynch ou até aos Piratas das Caraíbas, Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer ganhou identidade e contornos muito próprios.

Desde o primeiro momento tinha em mente uma ambientação para o meu mundo: Semboula, um dos três planetas do universo fictício que criei, que tal como Zallar e Bhaset será explorado em outras narrativas. Para além do worldbuilding, tinha em mente o conflito resultante da traição de Língua de Ferro aos Doze Vermelhos e, paralelamente a isso, mais como pano de fundo do que como um plot central, o Assassínio dos Deuses que se traduziu numa Seca tremenda em todo o planeta.

A partir daí, tentei ser o mais credível que consegui, e preencher as lacunas que estavam escancaradas diante dos meus olhos. Pouco a pouco, fui juntando as peças ao puzzle e o mais incrível é que cheguei ao fim e fi-las encaixar a todas. Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer é um livro auto-contido (sem continuação) que faz parte do meu imaginário, um imaginário que senti necessidade de materializar e que fico feliz por ter concluído.

Nuno Ferreira

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