Histórias Vermelhas de Zallar | FAQ

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O que é Zallar?

É o mundo em que se passa a minha série fictícia Histórias Vermelhas de Zallar, atualmente publicada pela Editorial Divergência. É um dos três planetas gémeos que nasceram da violação de Khsem (a luz) a Mallaya (o universo). Os outros dois mundos são Semboula, apresentado no meu livro online Língua de Ferro: Um Sacana Qualquer e Bhaset, onde se passará a série que me encontro a escrever.

Porque o primeiro livro se chama Espada que Sangra?

Espada que Sangra é o primeiro volume das Histórias Vermelhas de Zallar, uma saga de alta fantasia. O título é um trocadilho. Apesar de também existirem armas de fogo neste livro, são usadas espadas e como seria de esperar, fazem escorrer sangue pelas folhas de lâmina. Os humanos de Zallar chamam às suas cidades-estado de espadas, e Espada que Sangra significa que aquela cidade-estado em particular está a sangrar, ou seja, a sua segurança ou até mesmo a política interna está gravemente afectada. Isso está relacionado com o facto de existirem conspirações muito bem urdidas para destituir os monarcas dos seus cargos de poder.

Quantos volumes tem Histórias Vermelhas de Zallar?

Serão cinco volumes, já escritos. A complexidade do mundo que eu criei não me permite terminar a saga em três livros, e quatro parece-me pouco para atar todas as pontas soltas. Cinco é o número. E como muito do meu mundo fantástico tem conotações simbólicas, também o número de volumes o tem. É o meu Quinto Império.

Como qualifico o meu estilo e ritmo de escrita?

Acima de tudo, escrevo como gosto de ler. Gosto de fornecer ao leitor uma boa caracterização de personagens e locais, para dar verossimilhança aos cenários que crio, mas sem descurar a importância enorme que os diálogos têm na materialização desses mesmos cenários e no molde dos personagens. Não gosto de escrever capítulos muito grandes, porque maçam o leitor e também a mim quando os escrevo.

Quais as minhas maiores referências?

As minhas grandes referências literárias são Scott Lynch, Stephen King, Ken Folett, Bernard Cornwell, John le Carré, Agatha Christie, H. P. Lovecraft, Robert E. Howard e inevitavelmente George R. R. Martin, o autor de “Crónicas de Gelo e Fogo” que muito me impulsionou a escrever as Histórias Vermelhas de Zallar. Ultimamente, nomes como Steven Erikson, Patrick Rothfuss e Brandon Sanderson têm ganho também algum destaque nas minhas preferências.

Inspiro-me em alguém real para criar personagens? 

Verdadeiramente? Não. Não há uma só pessoa que eu tenha já conhecido que esteja presente nestes mundos fictícios. Penso no mundo que criei e pergunto-me: que tipo de pessoas poderiam viver aqui? E então, vou beber influência a personagens históricas, personagens de filmes, de séries de tv, de livros ou até de bandas-desenhadas mais antigas. Alguns dos personagens principais foram inspirados em Dragon Ball, mas vesti-os com uma roupagem de Game of Thrones. Tenho um especial carinho por histórias de aventura, espada e feitiçaria, espionagem e western, e posso dizer que fui buscar aí também a sua quota-parte de influência.

Faço muita investigação?

Hoje em dia fazer investigação para mundos fictícios exige muita dedicação. É necessário ler muito – muito mesmo. Ideias novas jorram a todo o momento na minha mente, ao pesquisar por algo na internet, ver um anime ou uma série. Uma vez que gosto de criar mundos credíveis e a minha principal fonte de inspiração é a própria História, utilizo mais vulgarmente livros de consulta para fundamentar o meu mundo. No entanto, guardo todo o tipo de informações que possam enriquecer a obra para uma segunda fase da escrita, barrando-a como a cobertura de um bolo.

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