Espada que Sangra

Espada que Sangra, Histórias Vermelhas de Zallar #1, Editorial Divergência, 2018

Livro nomeado ao Grande Prémio Adamastor 2018 e 2019

Compra aqui.

Sinopse:

São loucos aqueles que pensam que as espadas não sangram.

Que o digam Ameril Hymadher e Lazard Ezzila, herdeiros de uma nação portentosa que se vê a braços com um descalabro militar sem paralelo. Quando os mahlan, hominídeos reptilianos que vagueiam pelos desertos, organizam uma investida que faz tremer as muralhas da Liga Parda, é a idoneidade de toda a raça humana que fica em perigo. Mas, por entre a poeira das estepes e os tiros de mosquetes, serão os movimentos subtis dos traidores a fazer sangrar as cidades?

Direitos:

O livro Espada que Sangra está legalmente protegido por direitos de autor.

Curiosidades:

Encontra aqui várias curiosidades sobre o mundo de Zallar, incluindo mapa, enquadramento histórico e discrição de personagens.

Nota:

Apaixonei-me pela fantasia na adolescência, quando nos meus 16, 17 anos, comecei a ler as Crónicas de Allaryia de Filipe Faria e soube que era aquilo o que eu queria fazer. Comecei a escrever uma espécie de fantasia com muitas reminescências de O Senhor dos Anéis e Magic The Gathering, mas cujos personagens principais eram inspirados em Dragon Ball. Naquela idade, não tinha a mínima maturidade necessária à escrita de um livro. À medida que fui lendo mais de fantasia, porém, desapaixonei-me. Parecia-me tudo muito igual e demasiado rocambolesco, pelo que me dediquei a um tipo de escrita mais credível, aventurando-me em géneros como o policial e o thriller.

Em 2011, comecei a ver a série Game of Thrones e ela mexeu muito comigo. Pela primeira vez, encontrava um tipo de fantasia credível, forte e adulta. Foi aí que peguei nas personagens que tinha criado na adolescência e transformei Hymadher, o jovem príncipe que se lançava numa jornada em busca de uma espada mágica, num rei cobarde cercado de conselheiros duvidosos, casado com uma mulher sensual de carácter ambíguo. Ambientei este livro num set inspirado na Antiguidade Clássica, para fugir ao estereotipo medieval, mas acrescentei-lhe ingredientes de Gunpowder Fantasy, com a utilização da pólvora, aqui chamada de tormento negro.

Por brincadeira, chamo às Histórias Vermelhas de Zallar um “Dragon Ball na Grécia Antiga”, muito porque algumas destas personagens foram inspiradas inicialmente em personagens de Dragon Ball. Por exemplo, o Hymadher original fui buscá-lo a Son Goku, Akratalll Adilar a Coraçãozinho de Satã, Tyttertop e o irmão Tazz às versões futuro e presente de Trunks. Mas estas personagens cresceram comigo e ganharam maturidade, nuances de comportamento e pesquisei imensos factos históricos e personagens que existiram mesmo para lhes dar sumo e integridade.

Publiquei o Espada que Sangra em 2014 por uma vanity-press, a Chiado Editora, uma experiência que não me valeu elogios mas que me serviu de montra no meio literário, muito devido à boa repercussão do livro na blogosfera. Em 2018, publiquei o livro pela Editorial Divergência. Os cinco volume da saga estão escritos, encontrando-se o segundo em fase de edição.

Nuno Ferreira

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